Uma rosa na janela


Desconhecido.

Arrasto-me pelas ruas cegas, sem fim...

fogos ardentes queimam o céu cinzento dessa noite fria .

Insanos, toques nas almas que vagam seus desejos inconstantes.

Um grito pela liberdade, rompem as grades da separação.

O ir e vir da multidão, sem sentido , seus pés se cortam nos cacos jogados pelo caminho.

barulhentos como o latido dos cães, a lua misteriosa.

O uivar dos monstros desconhecidos

Correm loucos os pássaros da noite.

eles anunciam a chegada.

o fim está próximo, os corações  já estão vazios.

O momento já anunciado , mas a incógnita desafia qualquer mente inquieta.

Ele estava lá, puro , parecia intocável...

Atravessou a enorme muralha.

Vem em minha direção .

Sem qualquer controle, corpo imóvel , lágrimas escorriam no meu rosto pálido.

Segurou minhas mãos e sorriu ...



Escrito por Miriam Goes às 11h59
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