Uma rosa na janela


 

Esplendor.

Eles viram o seu olhar.

O que seria aquele clarão?

 Sobre o véu da noite azul, estrelas tão presentes em nós.

Vaga a imensidão perdida, fio de seda, folhas voando banidas pelo vento úmido da madrugada.

Os corpos jogados, entrelaçados pelos jornais, cobertura da alma, a sofreguidão.

 No canto um homem solitário ao seu livro agarrado, ombro amigo .

A vitrine, um cão sem dono, o homem estava ali, quase intocável, sentia o aroma marcante do seu perfume.

O amor servia como guia, uma bússola presente em seu coração indicava que devia esperar um tempo mais.

E uma brisa suave tocou o meu rosto envelhecido!

O trem já vem chegando como ponto da partida.



Escrito por Miriam Goes às 14h56
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